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Como Abrir uma Empresa: 3 Dicas Práticas para Abrir seu Negócio Agora

Aqui a gente compartilha um pouco da nossa experiência para você trilhar seu próprio caminho com mais segurança.

 

Olá, amiGUS!

 

Esse texto vai para pessoas que estão a fim de começar o seu próprio negócio, que querem informações de como abrir uma empresa ou registrar sua marca. Mas vamos começar do começo, pra facilitar a montagem do plano de ação de vocês.

 

Só um parêntese! Antes de iniciarmos os trabalhos, quero deixar claro que, neste texto, eu apenas exponho um pouco da MINHA experiência. Não estou aqui para c**** regra.

 

Como disse a incrível empreendedora (e também CEO da MasterTech) Camila Achutti, no FESTEMP-SP/2017, não existe uma receita pronta para ter sucesso nos negócios porque cada nicho de mercado tem sua especificidade.

 

Dito isso, vamos às dicas! ˆ__ˆ

 

DICA Nº 1: RESOLVA UM PROBLEMA E GANHE DINHEIRO COM ISSO

 

Falando assim parece meio óbvio, mas pra mim, essa lição básica demorou 7 anos para ser compreendida e praticada.

 

Eu me formei em 2010, passei por 3 empresas, tentei abrir uma (que fechou 1 mês depois de ser lançada) e fiz vários cursos de marketing empresarial. Nada adiantava, eu não conseguia “me vender” nem vender meus serviços.

 

Antes de começar a ganhar dinheiro com o meu negócio, eu achava que empreender era “ter uma ideia super disruptiva e revolucionária”.

 

Daí, bastaria eu criar um site ou um perfil no Instagram, oferecer meus produtos ou serviços na internet que os clientes naturalmente chegariam até mim. Sonha, Alice! (rsrs)

 

A realidade é beeeeem diferente daquilo que você aprende nas vídeo-aulas.

 

Até que eu queria ter uma ideia de negócio ultra-mega-blaster original e ganhar dinheiro dormindo por conta dela… quem não gostaria, não é mesmo?

 

Mas o caminho para ganhar dinheiro investindo em nichos de mercado tradicionais pode ser uma alternativa mais acessível aos empreendedores de primeira viagem.

 

Voltemos ao nosso primeiro tópico: resolva um problema e ganhe dinheiro com isso.

 

O que eu quero dizer com essa afirmação é o seguinte: descubra um problema que as pessoas próximas a você têm e se capacite para resolver esse problema.

 

Depois, ofereça o seu serviço para elas. Leve em consideração os seguintes aspectos para estabelecer o valor do seu trabalho:

 

  • Despesas fixas do seu empreendimento: todo negócio possui um custo mínimo para funcionar – aluguel, insumos, energia, gasolina, etc – esteja atento a essas variáveis no momento da precificação;

  • Perceba quanto o mercado está disposto a pagar pela resolução do problema: no início, pode compensar você sacrificar um pouco a sua margem de lucro e oferecer um valor mais coerente com a realidade de mercado.

 

Assim suas chances de conversão aumentam e os ingressos no caixa da sua empresa também.

 

 

  • Faça uma conta de cabeça rápida: o valor que o mercado está disposto a pagar cobre seus custos fixos operacionais e ainda dá uma margem de lucro confortável a você?

 

Se a resposta for SIM, siga em frente. Se a conclusão for negativa, reveja o seu plano.

 

[Observação: eu prometo falar mais de precificação futuramente, mas essas diretrizes que eu coloquei aqui já servem de ponto de partida para você conhecer um pouco da rotina de quem empreende]

 

Para finalizar, podemos resumir este tópico com um conceito parafraseado do livro Os Segredos da Mente Milionária de T. Harv Eker: o empresário é aquele indivíduo que ganha dinheiro resolvendo problemas de outras pessoas.

 

E como você pode aplicar esse conceito na prática? Mais uma vez, segue o passo-a-passo aqui embaixo:

 

1- Observe as necessidades das pessoas no ambiente próximo de você (digo isso para facilitar a sua vida);

 

2- Veja o que você sabe fazer;

 

3- Use esse seu “talento” para sanar a necessidade das pessoas que vivem perto de você.

 

Vou dar um exemplo.

 

Imagine que você mora em um prédio e nesse local existem muitas pessoas que trabalham fora e não tem tempo de cozinhar ou são um desastre na cozinha.

 

Um dia de repente, durante conversas espontâneas no elevador ou com o porteiro, você descobre que muita gente do edifício onde você mora está cansada de comer em self-service e gostaria de comer comida caseira durante intervalo de almoço.

 

Nesse momento, você se dá conta de que é um verdadeiro Master Chef e que tem condição de preparar 10 marmitas por dia, feitas com todo amor e carinho e com gostinho de comida caseira.

 

Estabelecida essa meta, você conversa com o síndico e ele deixa você pregar anúncios das suas quentinhas no elevador. Passam-se os dias.

 

A expectativa aumenta. mas eis que o interfone da sua casa toca e você atende. Do outro lado da linha é um vizinho seu do andar de baixo dizendo a você que ele e mais cinco condôminos estão interessados nos seus quitutes caseiros.

 

Então, você estabelece um valor confortável tanto para si quanto para seus clientes famintos e BINGO! Você acabou de:

 

1- Descobrir um problema: a fome dos seus vizinhos e a necessidade de comer comida caseira no intervalo do almoço;

 

2- Empregar o seu talento na resolução desse problema;

 

3- Ganhar dinheiro para que outras pessoas tenham esse problema resolvido.

  

DICA Nº2: FORMALIZE SEU NEGÓCIO

 

Abrir uma empresa no Brasil pode ser um processo demorado. Eu consegui abrir minha empresa em 2 meses aproximadamente.

 

Na época, eu não tinha muita grana nem muito conhecimento sobre o mundo dos negócios ou de como abrir uma empresa.

 

Sou designer gráfico na GUS Station e minha vida se baseava apenas em focar na parte “criativa” do meu trabalho. Noção prática de realidade de mercado era quase zero.

 

Tive sorte nesse processo porque fui muito bem assessorado. Um amigo meu que tinha acabado de abrir a empresa dele me passou o contato de uma startup nacional especializada em contabilidade empresarial.

 

E o melhor de tudo, essa mesma startup disponibilizava um pacote de serviços que calhava em cheio com a minha necessidade.

 

Por meio dele, o cliente contratava o serviço de contabilidade mensal e “ganhava” a abertura da sua empresa. Sensacional! O nome dessa startup?

 

Detalhe: faço menção a ela aqui de coração, não estou ganhando nada por isso.

 

Meu objetivo é fazer com que você, amiGU, não passe tanto perrengue (como eu passei) na hora de colocar o seu plano de negócio em ação.

 

E outra, o serviço dos caras da Contabilizei é de primeira. Não poupo elogios meeeeeesmo! ˆ__ˆ

 

Aproveito para deixar para você o meu link de indicação da Contabilizei. Com ele você acumula pontos que te dão direito a vários benefícios: descontos em mensalidades, créditos para cursos Udacity, mentorias de gestão de negócios…

 

Mas por que que eu insisto na formalização?

 

Em primeiro lugar estão as razões legais e éticas sobre as quais eu não preciso me estender aqui.

 

Além dessas premissas, a experiência de emitir a sua primeira nota-fiscal eletrônica depois de concluir todo o processo de abertura da sua empresa dá um prazer indescritível!

 

Ainda mais pra gente como eu, que achava que o mundo empresarial funcionava como um aplicativo de desenho: rápido e preciso. A nota fiscal é a prova de que todo o seu negócio está funcionando.

 

Sim! Sou impressionado com planos de negócio e o documento fiscal é o atestado concreto do êxito do projeto, na minha humilde opinião de empresário novato. (:

 

Sem contar que um CNPJ é um dos primeiros requisitos que os bancos solicitam para a abertura de uma conta pessoa jurídica ou empresarial.

 

Possuir uma conta PJ dá a você possibilidades de movimentar quantidades de dinheiro maiores e de forma “menos onerosa” e comparação com uma conta pessoa física. Esse é um assunto que merece um artigo especial.

 

Prometo trazer mais informações sobre as vantagens da conta PJ futuramente.

 

Por fim, ter uma empresa te permite prestar serviço, caso você seja freelancer como eu, para uma gama maior de clientes.

 

Trabalhar tanto para particulares quanto para outras empresas faz com que você diversifique e amplie as entradas de receita da sua empresa.

 

Digo isso por experiência própria. Comecei meu negócio prestando serviço para amigos e amigos de amigos que eram autônomos ou donos de negócios informais.

 

Nesse período, eu conseguia ter uma margem considerável de lucro. Porém, os grandes aportes vieram com a prestação de serviços para empresas tradicionais da minha cidade.

 

Perdi muitos contratos bons, entre outros motivos, por não emitir nota fiscal naquela época. #FicaADica

 

 

DICA Nº3: REGISTRE O NOME DO SEU NEGÓCIO OU IDEIA

 

Depois de você ter a ideia, começar a prestar serviços e abrir a sua empresa, chega a hora de fazer o registro da sua marca.

 

Para isso, você deve recorrer a um órgão regulador de marcas e patentes chamado Instituto Nacional de Propriedade Industrial – INPI.

 

Basta entrar no site do INPI, fazer o seu cadastro, gerar uma Guia de Recolhimento da União (GRU), pagar essa taxa, preencher o formulário com as especificação da sua marca, acompanhar o processo periodicamente.

 

Admito, esse trâmite é um pouco burocrático e nada célere. Esteja preparado, o registro de uma marca pode levar até 18 meses para ser totalmente concluído.

 

Achei nesse blog a informação completa e detalhada de como registrar uma marca junto ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial. Basta clicar e se divertir!

 

E é isso, amiGUS. Iniciar um empreendimento não tem mistério: é arregaçar as mangas e pôr a cara no sol. ˆ__ˆ

 

Espero que esse texto tenha servido de ponto de partida e de estímulo para você que deseja montar seu próprio negócio. Admito, o caminho parece longo e confuso no começo.

 

Porém, assim que você rompe a barreira da burocracia inicial, empreender se torna (ouso dizer assim) um estilo de vida muito prazeroso e rentável.

 

Abraços e boa sorte nos negócios! o/

 

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